Amadeu Fernandes, tenista da AAUTAD, com regresso vitorioso

Os tenistas do clube lamecense organizaram o XXII Open de Veteranos, prova de nível B do escalão de +35 anos, nas modalidades de singulares e pares masculinos, competição do Calendário Oficial da Federação Portuguesa de Ténis e que decorreu nos courts do Complexo Desportivo de Lamego e da Junta de Freguesia de Vila Nova de Souto D’el Rei.

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Em singulares, os dois primeiros cabeças-de-série da competição, Tiago Vasquez (CS Nun’Alvares – Porto), n.º 8 do ranking nacional e Ricardo Lopo (TC Chaves), n.º 20, fizeram jus à sua condição de favoritos e disputaram o troféu principal. No acesso ao derradeiro encontro, Vasquez  eliminou na ½ final, Nuno Figueiredo do TC Lamego por 6/1, 6/4 e, na outra ½ final, Ricardo Lopo encontrou José Oliveira (AT Valongo) vencendo-o por 6/4, 6/1. Na final, Tiago Vasquez venceu sem dificuldade o flaviense Ricardo Lopo pelos expressivos parciais de 6/0, 6/1. Na final da variante de pares, estiveram em liça os pares Tiago Vasquez / Ricardo Tsou (ambos do CS Nun´Alvares e primeiros cabeça-de-série) e Ricardo Lopo do clube flaviense, em parceria com o regressado Amadeu Fernandes (AAUTAD). Num jogo equilibrado e disputado em sistema de mini-set´s, as duplas proporcionaram ao público presente momentos de qualidade, não fosse um dos intervenientes – Tiago Vasquez – o actual vice-campeão nacional de pares do escalão +35! No entanto, e para surpresa dos presentes, a dupla Lopo / Fernandes que actuou pela primeira vez em conjunto, jogou com galhardia e arrecadou o título de pares ao vencer por 2/4, 4/1 e 10/7. "Estou bastante satisfeito", disse Amadeu Fernandes, jogador-treinador da academia transmontana. "Disfrutei muito do jogo e de vencer uma partida deveras difícil, principalmente porque foi o meu primeiro torneio oficial depois de uma paragem de cerca de um ano, devido a uma grave lesão no pulso e ante-braço direito. Aliás, optei por participar só nos pares por ser um registo menos agressivo. E, claro, confesso que não tinha “pulmão” para os singulares, gracejou!”

 

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