Entre os equipamentos adquiridos contam-se uma estação meteorológica, um drone de pulverização e um robô destinado a trabalhos de manutenção da vinha. A escola pretende adaptar a formação à evolução tecnológica do setor vitivinícola e despertar o interesse dos jovens por uma área que enfrenta dificuldades em atrair novos profissionais.
Em declarações à VTM, Susana Massa, diretora da escola, explicou que a aquisição destes equipamentos visa contrariar a ideia de que o trabalho na vinha continua a exigir exclusivamente esforço físico.
“Quem disse que o futuro da viticultura se faz apenas de enxada na mão? Há muito mais do que isso: há todo um conjunto de equipamentos e tecnologia ligados à vinha que lhes permitem também explorar esta componente tecnológica”, afirmou.
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