Segundo o vereador da Proteção Civil, António Araújo, a derrocada entrou pelo telhado e, pelo caminho, apanhou dois carros, que ficaram completamente destruídos, e soterrou duas motos-quatro e uma moto”.
Acrescentou ainda que o telhado do armazém, que fica na aldeia, e “o portão do armazém foi levado pela enxurrada de terra e pedras”. Além disso, também “as cubas de vinho rebentaram”, estimando-se elevados prejuízos.
Num balanço que fez à VTM, António Araújo disse que esta foi a situação mais grave verificada no concelho, onde hoje já se contabilizam pelo menos 11 derrocadas.
São deslizamentos de terras e quedas de muros que têm acontecido, numa altura em que os terrenos estão saturados devido à intensa precipitação que se tem feito sentir na região. “Estamos no terreno, porque temos registado várias derrocadas. São danos materiais, felizmente ninguém ficou ferido”.
Há ainda a contabilizar “dois cães desaparecidos”, que poderão ter sido também levados na enxurrada.
A nível das estradas, “temos vias condicionadas em Gouvães do Douro e no Ferrão”.
O vereador disse que a Proteção Civil Municipal está a acompanhar todas as situações e tem no terreno vários elementos.
Nesta derrocada também estão funcionários da autarquia, bombeiros de Provesende e militares da GNR.






You must be logged in to post a comment.