Produzido pela Animodia Arte e Cultura, em parceria com o município de Vila Pouca de Aguiar, vai realizar-se, à semelhança do ano passado, na Lagoa do Alvão, mas desta vez vai ter três dias, mais um do que o habitual. Será a 4,5 e 6 de julho de 2025, que o local volta a transformar–se no grande palco de arte, pelo qual vão passar artistas locais, nacionais e internacionais, que contribuem para a pluralidade do festival.
A apresentação oficial teve lugar no passado dia 28 de dezembro, na Incubadora de Empresas no Parque Florestal de Vila Pouca de Aguiar, num evento POP UP, que contou com o show case exclusivo do grupo Faixa 13, constituído por músicos naturais de Ribeira de Pena e Vila Pouca de Aguiar.” Esta atuação afirma o compromisso do festival de apoiar artistas locais”, vinca a organização.
A programação do Festival ainda não foi divulgada, mas já se sabe que vai incluir diferentes formas de expressão artística, além de espetáculos musicais, haverá exposições, workshops, teatro, cinema, rodas de conversa, “com o objetivo de inspirar, questionar e emocionar”.
Ao mesmo tempo, o Artimanha Festival reafirma o compromisso com a sustentabilidade e a inclusão, promovendo ações que visam reduzir o impacto ambiental e também garantir o acesso à cultura para todos. “Queremos que o festival seja um lugar de trocas e aprendizagens, onde as artes possam prosperar e transformar”, afirma José Miguel Carvalho, diretor Artístico do Festival.
O tema da edição de 2025 será “Cultura, Comunidade e Território”, “especialmente relevante devido aos desafios que o concelho enfrentou com os incêndios”.



