Associação renasceu com os Gaiteiros mas quer fazer mais

A Associação Recreativa e Cultural - O Fiadeiro de Pitões foi criada há 26 anos em Pitões das Júnias, concelho de Montalegre, com o propósito de promover o desenvolvimento sociocultural da comunidade, nascendo “do sonho e energia dos mais jovens que quiseram dar nova vida à aldeia”, e que tiveram interesse “em preservar a própria cultura”, muito ligada à Galiza, explica Lionel Marinho que é dirigente da associação.

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PERFIL
Fundação: 27 de junho de 1999
SEDE: Pitões das júnias – Montalegre
Associados: 12

A Associação o Fiadeiro de Pitões já teve “um rancho folclórico, um grupo de cantadeiras, um grupo de teatro, que, entretanto, acabaram”, diz Diogo Soares, mas frisa que a associação “é muita coisa, não é só o grupo de gaiteiros e tem de voltar a ser mais coisas”.

A coletividade teve uma paragem em 2017, sendo reativada em 2022.

No ano da fundação foram criados os Gaiteiros de Pitões, o único núcleo que subsistiu, ainda que não tenham mantido atividade regular. “Alguns dos músicos eram miúdos, foram estudar para fora e outros emigraram, e o grupo parou”, cerca de três anos. Mas foi recuperado em 2015. Alguns dos que tinham aprendido a tocar nos anos anteriores reativaram o grupo que procura ser símbolo vivo da tradição musical transmontana. “A atividade já faz parte da aldeia, está enraizada”, diz João Paulo Rodrigues, outro elemento da associação. Aprendeu a tocar gaita-de-foles com 12 anos, nas aulas gratuitas que a associação disponibilizou com um professor espanhol, que ensinava também percussão, bombo, caixa e pandeireta.

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