Arminda da Conceição Alves, prestes a completar 84 anos, é uma das poucas produtoras de cebola da localidade. Na Feira do Bacalhau de Abambres, foi na sua banca, com produtos hortícolas, que nos explicou o porquê de chamarem bacalhau à cebola.
“Antigamente não tínhamos dinheiro para comprar bacalhau, então comíamos cebola. Daí ser o bacalhau de Abambres”, conta. E por aqui, “a cebola é docinha”, afirma, admitindo que “não há igual. Isto com um bocadinho de sal e broa é melhor que um bife”.
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