Pelo terceiro ano consecutivo, a autarquia associou-se ao dia dedicado à cerâmica, uma vez que integra a Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica.
O Barro Preto de Bisalhães, património da humanidade desde 2016, voltou a estar em destaque, com as oleiras mais novas a dar o mote para a preservação desta arte. É o caso de Tânia Ferreira, que tirou o curso de oleira e decidiu apostar na olaria negra de Bisalhães. “Sou de Vila Real e estava habituada a ver o barro exposto na Feira dos Pucarinhos, no São Pedro. Sempre gostei destas coisas da cerâmica. O processo é feito de forma tradicional, desde a confeção da peça até à cozedura. Já o design tento pegar nas peças existentes e dar-lhe uma roupagem mais contemporânea, para chegar a novos públicos”, explica.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar




