Uma medida justificada pelo facto de o núcleo da capital de distrito não conseguir dar resposta a todo o território, como explicou a Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade: “Quando avaliamos o número de queixas nas forças de segurança em Bragança e o número de atendimentos que o núcleo faz, o número é semelhante. Quando nos começamos a desviar geograficamente, o número de queixas na GNR é muito superior ao número de atendimentos que o núcleo realiza e isto é normal porque não é possível um núcleo sozinho responder a uma área geográfica com grandes distâncias”.
Catarina Marcelino adiantou que, segundo uma avaliação do Governo, um núcleo por distrito não permite as respostas adequadas,
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