Segundo dados da DECO Proteste, entre 4 e 11 de março, os produtos que registaram os maiores aumentos foram o atum posta em óleo vegetal, cujo preço subiu 33%, seguindo-se as salsichas frankfurt, com um aumento de 20%, e da massa em espirais (+12%).
Comparando com os preços registados no início do ano, a curgete lidera a lista das maiores subidas (+38%). Seguem-se a dourada (+28%) e a couve-coração (+27%).
Já desde 2022, o produto que mais encareceu foi a carne de novilho para cozer, com um aumento na ordem dos 121%. Já a couve-coração registou uma subida de 87%, enquanto que os ovos ficaram 84% mais caros.
A escalada de preços começou a intensificar-se em 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, com a situação a agravar-se durante a pandemia de Covid-19.
Entretanto, com conflito no Médio Oriente, já se verificaram aumentos nos preços dos combustíveis e da energia, motivo que leva os especialistas a admitirem que o preço dos alimentos possa continuar a subir ao longo de 2026.



