Este investimento pode vir a empregar 150 pessoas, tratando-se, por isso, segundo Orlando Alves (presidente da Câmara), de uma “oportunidade” que está “a tentar agarrar com toda a força e com todo o entusiasmo”, o que será uma “forma importante de criar sustentabilidade e fixação de pessoas no território”, aponta.
Para que esse compromisso seja “materializado”, importa, segundo o autarca, encontrar esse número de interessados que saibam falar, fluentemente, francês.
“Está aqui uma oportunidade para pessoas que estão emigradas e falam e escrevem muito bem o francês regressarem à sua terra. São oferecidas condições muito simpáticas, comparativamente até aos vencimentos do município”, refere.
Miguel Azevedo, da empresa Randstad, aponta que para a abertura deste serviço “o facto
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