Isto foi reassumido pelo autarca barrosão num encontro que juntou, na semana passada, várias entidades gestoras de baldios, juntas de freguesia e conselhos diretivos de compartes. Foi pedido que todos pensem num «plano de gestão» que consiga «criar riqueza, proteger a floresta e valorizar o território».
O executivo municipal de Montalegre reuniu com os concelhos diretivos de baldios e com os representantes das juntas de freguesia com o fim de debater a rentabilização do espaço através da reflorestação. Sublinhe-se que, o município de Montalegre apresenta um território com 80% de área baldia, percentagem que não tem sido aproveitada. “Seríamos ricos se aproveitássemos as nossas potencialidades e a vasta área baldia que temos é um exemplo». Orlando Alves reconheceu que o território baldio tem sido desprezado. O autarca frisa que o concelho «não necessita de mais obras». O importante «são as pessoas», complementa.
Para o presidente da Câmara de Montalegre «é difícil harmonizar todos os interesses que estão aqui em jogo». Todavia, da parte do município «é a criação de riqueza para as nossas populações e a rentabilização de um espaço que tem servido para pasto», que está na linha das prioridades. Orlando Alves vai então “descongelar” um milhão de euros do orçamento da Câmara para o fomento da atividade económica, alicerçada em três vetores: floresta, pecuária e agricultura. São «formas de criar riqueza» num território que sangra com o flagelo da desertificação”, observou.





