A obra, a ultrapassar os 200 mil euros, recupera um espaço onde existiam dois edifícios, contíguos ao antigo Matadouro, que mostravam evidentes sinais de degradação física. A construção teve o cuidado de manter a traça original ao mesmo tempo que assegurou a integração no casco urbano envolvente.
Esta era uma reivindicação antiga da população que há muito pedia um espaço comunitário com melhores condições de velar os seus entes queridos e respetivas cerimónias religiosas. A bênção do espaço ficou a cargo do padre Victor Pereira, arcipreste e pároco da freguesia. O ato terminou com a assinatura do acordo de transferência de gestão para a junta de freguesia.
Orlando Alves, presidente da Câmara de Montalegre, referiu que a casa mortuária
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