Os arguidos, a mãe da criança, de 20 anos, e o seu companheiro, de 30, chegaram ao banco dos réus acusados pelo Ministério Público.
Os factos remontam a agosto de 2022, quando a criança deu entrada no hospital de Chaves, onde os médicos suspeitaram do fenómeno de “bebé abanado”.
Transferido depois para o hospital de São João, no Porto, o bebé foi observado “por vários especialistas, que confirmaram as suspeitas”, referiu hoje a Procurdora do Ministério Público, durante as alegações finais, no Tribunal de Vila Real.
O Ministério Público pede “a condenação” dos arguidos, destacando que “houve prova cristalina”, tanto testemunhal como documental.
Já os advogados de defesa não concordam com a acusação e pedem a absolvição dos arguidos, considerando “não existir prova suficiente”.
O casal vai conhecer a sentença no dia 19 de janeiro.




