Segundo Roberto Lopes, vereador da câmara municipal, existia o receio de que o nível freático fosse demasiado elevado. “O que se dizia na altura é que o nível freático era alto e que, ao abrir as covas, poderia haver água. Foi feita, entretanto, uma avaliação e verificou-se que não há esse problema, razão pela qual avançámos com a requalificação do espaço”, explica.
Em 2010 e 2011, um abaixo-assinado com 540 assinaturas travou a abertura do espaço. Agora, a autarquia acredita que o cemitério vai mesmo abrir portas, ainda que, do lado da população, continuem a existir entraves, desde logo, a localização.
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