Entre os principais problemas identificados estão a escassez de médicos de família, a redução de horários e serviços nas unidades de saúde, os longos tempos de espera para consultas, exames e referenciações hospitalares, bem como a falta de recursos humanos e materiais. São ainda apontadas dificuldades no acesso a cuidados continuados e apoio domiciliário, além da necessidade frequente de deslocações para outros concelhos.
Face a este cenário, os subscritores exigem medidas urgentes, como a reposição do Serviço de Atendimento de Situações Urgentes (SASU), o reforço do número de profissionais de saúde e a garantia de médico de família para todos os utentes. Reivindicam também a reposição de horários e serviços, bem como investimento em infraestruturas, equipamentos e meios de diagnóstico.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar




