Segunda-feira, 15 de Agosto de 2022

Cidadãos reivindicam garantias sobre a passagem do comboio de alta velocidade

O Movimento Cívico DART (Defender, Autonomizar e Rejuvenescer Trás-os-Montes), em colaboração com outras associações espanholas de desenvolvimento local, vai realizar amanhã, um encontro de cidadãos para defender a paragem dos comboios de alta velocidade junto à fronteira, na zona de Sanábria, e reivindicar ainda outras “medidas complementares”. Em comunicado, Francisco Alves, do movimento, adiantou que […]

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O Movimento Cívico DART (Defender, Autonomizar e Rejuvenescer Trás-os-Montes), em colaboração com outras associações espanholas de desenvolvimento local, vai realizar amanhã, um encontro de cidadãos para defender a paragem dos comboios de alta velocidade junto à fronteira, na zona de Sanábria, e reivindicar ainda outras “medidas complementares”.

Em comunicado, Francisco Alves, do movimento, adiantou que um autocarro sairá de Bragança, pelas 14h30, para levar os cidadãos que estejam interessados em participar no “encontro”.

O objetivo é “pressionar os governos de Espanha, de Portugal e da União Europeia para a obrigatoriedade da paragem dos comboios na estação de Otero, a fim de servirem os municípios transfronteiriços”.

“O movimento reivindica de igual modo a ligação rodoviária modernizada e a ligação em autocarro entre a Sanabria e Bragança, como medidas complementares ao acesso aos comboios de alta velocidade”, explicou.

A decorrer está uma Petição Pública, lançada online no dia 14 e que à hora de fecho desta edição contava com mais de três centenas de subscritores.

“Aos cerca de sete mil moradores que residem na comarca de Sanabria na época baixa, é forçoso juntar os trinta e cinco mil residentes no município de Bragança, mais os vinte e cinco mil dos municípios limítrofes de Vimioso, Vinhais e Macedo de Cavaleiros, números que aumentam exponencialmente na época alta e que deverão ser tidos em conta na utilização da estação ferroviária de Porta de Sanabria-Trás-os-Montes, em Otero”, explica. Considerando que se trata de uma “medida transnacional que abrirá novos eixos de centralidade e contribuirá para o desenvolvimento de toda a região transfronteiriça de Castilla León e de Trás-os-Montes e Alto Douro, constituindo assim uma ajuda sem-par na tarefa de contrariar os graves problemas decorrentes da interioridade”.

MM

 

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