Segunda-feira, 29 de Novembro de 2021

Comerciantes esperam recuperar, apesar das quebras significativas

De forma lenta, o comércio tenta regressar à nova normalidade. A VTM esteve em três concelhos, Vila Real, Boticas e Mirandela, a ouvir os receios e expectativas dos comerciantes, que aguardam por dias melhores num futuro que se avizinha “muito diferente”.

Veja a reportagem em vídeo AQUI

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“Esforço, acreditar e continuar a trabalhar”. Os comerciantes não desistem às primeiras dificuldades. Apesar de estarem a sentir quebras significativas nas vendas, os comerciantes mostram vontade de dar a volta por cima e prometem não baixar os braços, para contornar os efeitos da pandemia de Covid-19 nos seus negócios.

VILA REAL

Na capital transmontana, Sílvia Santos não teve de fechar a loja de cosmética, mas sentiu e muito a quebra nas vendas, como confirmou à VTM. “Estamos a ter quebras na ordem dos 50 a 60%. Estamos a vender muito pouco, porque os clientes não vêm, mas eu insisto, persisto e não desisto”. 

É com este espírito de otimismo que a lojista da Rua de Santa Sofia continua a acreditar que o negócio vai melhorar. “Temos de acreditar que o dia de amanhã será melhor do que o de hoje, e é por isso que estou aqui e estarei (espero eu)”, diz entre sorrisos. 

“Bons Tempos” é o nome do restaurante que fica na mesma rua, onde a proprietária Alexandra Amorim também mostra confiança no regresso dos clientes. “Para muitos restaurantes, o futuro vai ser complicado, mas para nós, como os nossos clientes ainda não sofreram quebras nos rendimentos, acredito que tudo se vai compor. Temos de ser positivos e acredito que as coisas vão melhorar aos poucos”. 

Apesar de ter reduzido para metade a capacidade do restaurante, Alexandra Amorim diz que a explanada exterior tem ajudado bastante neste período de retoma, em que voltou com os mesmos funcionários, depois de um período de lay-off. “Felizmente temos uma esplanada com uma área grande e bastante acolhedora, o que nos permite cumprir todas as regras de segurança da Direção Geral da Saúde (DGS)”.

Apesar da quebra na faturação, esta empresária tem desenvolvido atividades que têm trazido os clientes de volta. “Claro que a faturação desceu, mas o

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