Obras, pandemia e, consequentemente, falta de gente, que augura um futuro incerto para a maioria dos comerciantes da zona histórica da cidade.
Com a pandemia a agravar-se de dia para dia, o regresso à normalidade faz-se lentamente, mas o problema não é novo, já vem de longe, como nos conta Maria Rosa, que tem uma loja na rua Miguel Bombarda, perto do sinaleiro. “A retoma está lenta, como sempre”, lamenta, referindo que não foi a pandemia que veio trazer a crise ao comércio local. “O que tem trazido a crise são as empresas estrangeiras, o shopping, os supermercados, que vêm cá escoar a sua indústria, a pagar salários mínimos, e levam todo o capital para fora
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