Agostinho Santa, responsável pela comissão administrativa, disse à agência Lusa que está a ser feito o possível para o pagamento integral dos salários em atraso e que, por estes dias, está-se a proceder ao pagamento de mil euros a cerca de 60 trabalhadores, num total que ronda os 60 mil euros.
Em causa, explicou, estão vencimentos que ficaram por pagar aos funcionários que perderam o vínculo laboral quando a CD foi extinta e outros que já tinham saído da instituição, mas que ficaram também com pagamentos em atraso.
Depois de o Governo PSD-CDS/PP ter extinguido a dimensão pública da CD, ter aberto um concurso para escolher uma entidade para a gestão privada, através da Federação Renovação do Douro (FRD), e ter nomeado uma administradora liquidatária da instituição, em maio, e já com o executivo PS em funções, o parlamento aprovou a criação de uma comissão administrativa.
Esta comissão tem como competências fazer o inventário do património, a guarda da documentação, a gestão dos móveis e imóveis, a elaboração de um plano de pagamentos, a conservação dos vinhos e a regularização dos trabalhadores da instituição.
“Fizemos dinheiro com pequenas vendas de produtos que se estavam a deteriorar e a perder valor, como as viaturas que estavam paradas, e estamos a efetuar o pagamento de cerca de mil euros a 60 trabalhadores, que foram identificados como tendo salários em atraso”, frisou.
Segundo o responsável, o valor total em dívida aos trabalhadores pode ascender aos 1,5 milhões de euros.
Aos
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