Agostinho Chaves
Agostinho Chaves
Trata o jornalismo por tu. Colabora com a VTM há mais de 25 anos. Foi Diretor entre 2014 e 2019. Passou por meios de comunicação nacionais, como o Comércio do Porto e a Rádio Renascença.

Compromisso para a sobrevivência

Com uma designação complexa (“Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas”), Paris discute o clima e o ambiente, através de representantes máximos dos estados da União Europeia e de mais 180 países, alguns deles os maiores responsáveis por índices assustadores de poluição no planeta (que chegam a pôr em causa regiões e países atualmente existentes), através das emissões de gases com efeito de estufa que vêm determinando, entre outras consequências, o aumento na temperatura média terrestre e as alterações geotérmicas e estruturais

De igual modo complexas têm vindo a revelar-se as conversações que já antes ocorreram (esta é a 21ª Conferência das Partes), de tal forma que, desde as edições anteriores, pouco se modificou na prática, já que, teoricamente, algumas medidas se tomaram, quase sempre numa ótica mercantilista, com a falsa e inútil questão da aquisição de quotas de uns países (os mais desenvolvidos e poluidores) em relação a outros (os menos desenvolvidos e, como tal, menos poluentes).

Diferente (por ser mais linear, direta e simples) se revela a intervenção do papa que, há tempos, não se julgaria possível vir a ser um agente de acentuada mais-valia neste domínio da Ecologia. Para além de outro tipo de intervenções

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