Entre 1 de janeiro e 26 de fevereiro registaram-se 61 incêndios, que se traduziram em 161 hectares de área ardida. David Teixeira, comandante dos Bombeiros Voluntários de Montalegre e vice-presidente da autarquia, mostrou-se insatisfeito com o elevado número de ocorrências que se registaram em apenas 57 dias, evidenciando que “o território e o clima estão a sofrer alterações, e até ao momento isso tem-se refletido de forma muito negativa”.
A conjugação entre as referidas alterações e as queimadas levadas a cabo pelas pessoas tem contribuído para que o controlo se perca com maior facilidade. “Temo-nos empenhado em sensibilizar os presidentes de junta, os responsáveis dos conselhos diretivos dos baldios e a comunidade de que as queimas e queimadas não podem ser de iniciativa privada nem podem ser deixadas ao abandono. Têm que ser controladas e seguras, porém e os esforços têm sido inglório devido ao número de ignições registadas”, lamentou David
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€






