“Este será um ano diferente e uma experiência nova para nós. Vamos ver até que ponto resulta, mas esperamos que sim, pois conseguimos um bom painel, com temas interessantes.Afastamo-nos um pouco da temática do esotérico e aproximamo-nos mais da parte científica, numa tentativa de regressarmos às origens”, realçou a organização, a cargo da Associação de Defesa do Património Vilar de Perdizes.
João Ribeiro lembra que a pandemia de Covid-19 obrigou a que o congresso se realize em formato online, em vez de decorrer, como habitual, em Vilar de Perdizes.
“Não haverá a feira, que trazia o esotérico a Vilar de Perdizes, mas ainda assim vamos abrir o salão do congresso na aldeia, para a projeção em vídeo do evento, para os locais e também para um ou outro visitante que marque presença, dentro do limite estabelecido para aquele espaço”, sublinhou.
O congresso ‘online’ arranca às 10h30 e tem encerramento previsto às 15h30. O programa da manhã conta com a intervenção da engenheira zootécnica Alexandra Contreiras, com o tema “A biodiversidade e o impacto das plantas na saúde”, e de um professor de neurologia e de farmacologia clínica da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, com o tema “Doença de Parkinson – como tratar a doença para além dos medicamentos”.
Já à tarde, Maria Fernanda Botelho (Western Herbal Medicine de Glasgow, Escócia) terá uma intervenção com o tema “As plantas na saúde e na mulher” e o médico oncologista dos Hospitais da Universidade de Coimbra Paulo Tavares fará uma intervenção com o tema “O uso terapêutico da canábis na oncologia”.
De fora desta edição fica o espaço físico para diversos intervenientes, desde curandeiros, bruxos, videntes, médiuns, astrólogos, tarólogos ou massagistas, que atraíam muitos curiosos e turistas.





