Antes de ser presidente, esteve na autarquia, primeiro como secretário de Apoio à Vereação e depois como vice-presidente. De que forma é que esta experiência o preparou para agora ser presidente?
Costumo dizer, em tom de brincadeira, que quando, em 2013, vim para a câmara, nunca imaginei que este poderia ser o meu percurso. Ou melhor, se antes disso alguém me dissesse que eu estaria ligado à vida política, eu diria que seria praticamente impossível. Como secretário de Apoio à Variação estive na área do desporto, da educação, da juventude. Foi muito importante, até porque depois estive associado também ao Gabinete de Apoio às Freguesias e isso permitiu-me conhecer o território na sua totalidade e perceber aquilo que são as dinâmicas e dificuldades de cada uma das 20 freguesias.
Quando passo para a função de vereador e vice-presidente, a grande conquista foi conhecer realmente os vários dossiês. Hoje, ao fim de 12 anos, a experiência acumulada, seja enquanto secretário, seja enquanto vice-presidente, permite-me dizer que os grandes dossiês que a câmara trata, não me são desconhecidos, bem pelo contrário, e isso facilita o meu trabalho, o processo de tomada da decisão.
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