Foi quando viu notícias e imagens do ciclone Idai que em 2019 se abateu naquele país, que Luciano decidiu que tinha de tentar ajudar.
“Tinha morrido muita gente, e estava tudo destruído, as escolas, as casas”, conta. No período de 30 dias, organizou um almoço solidário, no quartel do Regimento de Infantaria 19, e venda de roupa e outros objetos, o que rendeu 4 mil euros. Com esse dinheiro começou a tentar melhorar a vida dos mais frágeis, em especial as crianças que ficaram sem pais.
“Eu peguei nesses 4 mil euros e fui para Moçambique sozinho. Não sabia o que ia encontrar, não sabia o que ia fazer. Fui pelas imagens da televisão, porque, às vezes, a gente tem que deixar-se corroer um pouco pela emoção”, afirmou Luciano Diniz. Artigo exclusivo PREMIUM
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