Ao contrário de 2021, em que concorreram com o PSD, este ano apresentam-se sozinhos a eleições. O que esteve na base desta decisão?
O percurso do CDS sempre foi apresentar-se em listas próprias. Foi assim em 2009, 2013 e 2017. Há quatro anos, efetivamente, conseguimos reunir esforços para nos apresentarmos às autárquicas com a coligação Vila Real à Frente. Dentro dos 60 autárquicos eleitos pela coligação, o CDS elegeu 11, foi a mais alta representação local do partido. Era expectável que tudo isso pudesse ser melhorado e ajustado, mas continuarmos na posição de há quatro anos, com uma parceria óbvia e saudável, o que não foi possível. Houve reuniões, houve proposta e contraproposta. E, conforme o comunicado de dia 30 de abril, seguimos cada o seu percurso.
A vossa candidatura foi oficializada precisamente no último dia de entrega das listas em tribunal. Houve dificuldade em construir as listas apresentadas?
Não houve dificuldade, houve, sim, algumas nuances. Enquanto líder da concelhia do CDS, a minha missão sempre foi trazer as melhores pessoas da sociedade civil para que se possam apresentar à liderança da câmara municipal. Nunca escondi que seria líder à Assembleia Municipal, mas houve aqui algumas nuances que me obrigaram a tomar a decisão, e bem, de ser candidata à câmara. Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital. ou compre apenas este artigo:
Aceda à sua conta em Entrar





