A iniciativa é promovida pela loja Móveis Camelo, que não quis marcar presença na feira apenas com a exposição de mobiliário de cozinha. A ideia é demonstrar as funcionalidades que apresentam, provando que qualquer um pode cozinhar o que quiser numa cozinha doméstica, ao mesmo tempo que se promove a gastronomia transmontana.
Na quinta-feira, o chef Eurico Castro, da Confeitaria, em Mirandela, vai fazer demonstrações culinárias na área da doçaria e sobremesas. No dia seguinte o showcooking estará a cargo da chef transmontana Lídia Brás, do restaurante Stramuntana, em Vila Nova de Gaia, e ainda do chef Flávio Gonçalves, do brigantino Taberna do Javali. Ambos voltam a mostrar formas de confecionar pratos tradicionais da região no sábado à tarde. Domingo será a vez do chef Marco Gomes, do Oficina, no Porto, assumir os tachos. Haverá ainda provas de azeites e de vinhos, assim como tertúlias, estas ao final do dia, designadas “Conversas a Copo”, em parceria com a Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes.
O evento na área da gastronomia é promovido com a organização da feira e com a Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes, pondo em destaques os produtos regionais.
“O que pretendemos é, em conjunto, fazer um evento diferente, que chamámos de “Degusta Trás-os-Montes” tentar com isso poder promover também a região, onde estamos inseridos”, explica o proprietário da empresa, Carlos Camelo.
Numa feira com esta temática, receitas de caça serão certamente parte das preparações dos chefs, mas haverá espaço para receitas surpreendentes com ingredientes locais.
Apesar de estar implementada no mercado há 42 anos, e ter clientes em todo o país e no estrangeiro, a Movéis Camelo mantém a participação na feira, mostrando as novidades em cozinhas e eletrodomésticos. Mas também com o objetivo de dinamizar a gastronomia. “Nós gostamos dessa parte e temos uma parceria com o chefe Marco Gomes já há muitos anos e fazemos, no próprio espaço da nossa loja, algumas demonstrações de gastronomia. Para podermos, de alguma forma, também, demonstrar aquilo que é possível fazer numa cozinha doméstica. Ou seja, que nós conseguimos, haja talento por quem executa, ter tanto as funcionalidades a nível de equipamentos como a própria conceção das cozinhas é feita para que se torne agradável cozinhar”, sublinha.






