“Foi um susto. Sentimos o barulho e viemos cá ver, era pedra por todo o lado”, afirma Mário Cardoso, residente em Lamego, que se encontrava nas imediações quando ocorreu o desabamento. Ao salientar o estado degradado das estruturas, acrescenta que “com esta chuvada, e os ventos fortes, era inevitável vir tudo abaixo”. O morador refere ainda que costumava passar pelo caminho em frente às habitações para visitar familiares e que anteriormente “já tinha vedações” no local.
De acordo com fonte da Câmara Municipal de Lamego, as três casas que ruíram eram propriedade de privados, encontrando-se “desabitadas e em perigo iminente de ruína”. “Eram casas com vidros partidos, tetos danificados e com muita infiltração”, adiantou a mesma fonte, explicando que as condições meteorológicas adversas terão acelerado o processo de degradação.
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