Sexta-feira, 1 de Maio de 2026
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Despiste mortal na A7

Foi o primeiro acidente mortal no troço da A7, entre o nó de Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena. As causas deste sinistro não são conhecidas, mas a morte súbita do condutor é a hipótese mais ventilada. Um desastre rodoviário teve como consequência um morto e um ferido grave. Ocorreu, pelas 15,15 horas, […]

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Foi o primeiro acidente mortal no troço da A7, entre o nó de Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena. As causas deste sinistro não são conhecidas, mas a morte súbita do condutor é a hipótese mais ventilada.

Um desastre rodoviário teve como consequência um morto e um ferido grave. Ocorreu, pelas 15,15 horas, ao Km 94, em Lixa do Alvão, no troço entre Vila Pouca de Aguiar e a portagem de Santa Eulália (Ribeira de Pena). Na viatura, viajava um casal septuagenário de emigrantes em França e residente, nesta altura, em Vilar de Nantes (Chaves).

A vítima, António Ribeiro Nogueira, de 72 anos, era o condutor e acabou por ter morte imediata. O carro, um Mercedes, acabou por capotar e cair numa pequena ribanceira, depois de ter saído da estrada, resvalando algumas dezenas de metros, na encosta de um talude. A sua esposa, de 72 anos, Adélia Nogueira, apesar de ferida e combalida, disse ainda, após o acidente, que suspeitava de que “tivesse dado alguma coisa” ao seu marido. A ausência de qualquer travagem, no piso, vai de encontro à ideia da viúva, em admitir morte súbita.

“Chamei várias vezes por ele, mas ele não deu qualquer sinal”.

Os Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar tiveram de desencarcerar a viatura, para retirar o casal do seu interior. Adélia Nogueira foi transportada, por um helicóptero do INEM, para o Hospital de Guimarães, onde se encontra internada, mas livre de perigo de vida. A A7 esteve cortada ao trânsito cerca de meia hora.

A BT da GNR de Chaves tomou conta da ocorrência.

 

Jmcardoso


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