Segundo o Comando Territorial de Vila Real, o homem de 43 anos teria realizado uma queima para derreter fios de cobre, dando origem a um incêndio florestal que deflagrou na sexta-feira (1).
Os militares da Guarda desenvolveram “diligências policiais que permitiram apurar que o incêndio teve origem numa queima para derreter fios de cobre”, tendo sido apreendido ao suspeito um isqueiro e 50 metros de cobre. O homem foi detido e constituído arguido, e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Chaves.
A GNR garante manter-se vigilante na prevenção e combate aos incêndios rurais, “contribuindo ativamente para a responsabilização criminal dos seus autores e para a proteção de pessoas, bens e do património natural”.
Segundo a força de segurança, “a proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva e num esforço de patrulhamento nas áreas florestais”.
A GNR frisa ainda que as queimas e queimadas “são das principais causas de incêndios em Portugal”.
Nesta altura a realização de queimadas, de queima de amontoados e de fogueiras está proibida devido ao nível de perigo de incêndio rural “muito elevado”, estando dependente de autorização ou de comunicação prévia noutros períodos.

