Em FocoForça Aérea protege florestas e previne incêndios desde o ar

Força Aérea protege florestas e previne incêndios desde o ar

Operam a UAVision Ogassa OGS 42N, a partir de uma estação móvel localizada no Aeródromo Municipal de Mirandela, uma aeronave concebida para vigilância e reconhecimento. Os militares da Força Aérea observam, do alto, toda a região com os “olhos” da Ogassa, para que um incêndio não se torne numa ocorrência demasiado complicada para quem o está a combater

Há três locais de onde levantam voo as aeronaves. Mirandela, Ota e Beja, dividindo Portugal Continental em três áreas para apoiar as autoridades no terreno. Além da vigilância, os militares podem observar comportamentos estranhos que podem reportar para serem investigados, além de caminhos e passagens para as viaturas dos bombeiros.

A missão está entregue à Esquadra 991 “Harpias”. Foi a primeira unidade aérea do dispositivo da Força Aérea para a operação de Sistemas Aéreos Não Tripulados e, a partir de Mirandela, observa as florestas da região para detetar focos de incêndio ou ajudar a uma melhor perceção da situação, no caso de este estar a ser combatido pelos bombeiros e outros meios aéreos.

Foi o que aconteceu quando a VTM visitou o destacamento em Mirandela. Enquanto questionávamos a Tenente Cabecinhas, a comandante de missão, a tripulação detetou uma coluna de fumo perto da cidade de Bragança. Em contacto com a Guarda Nacional Republicana (GNR), percebeu-se que as autoridades já tinham conhecimento do fogo perto da Autoestrada 4, mas pediram para a aeronave se manter sobre a área.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em

Arrendamento acessívelVeja o limite de renda no seu concelho


APOIE O NOSSO TRABALHO.
APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências, nunca paramos um único dia.

Contribua com um donativo!

VÍDEO

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

A Voz de Trás-os-Montes
Subscrever a Newsletter

Mais lidas

PRÉMIO