Há três locais de onde levantam voo as aeronaves. Mirandela, Ota e Beja, dividindo Portugal Continental em três áreas para apoiar as autoridades no terreno. Além da vigilância, os militares podem observar comportamentos estranhos que podem reportar para serem investigados, além de caminhos e passagens para as viaturas dos bombeiros.
A missão está entregue à Esquadra 991 “Harpias”. Foi a primeira unidade aérea do dispositivo da Força Aérea para a operação de Sistemas Aéreos Não Tripulados e, a partir de Mirandela, observa as florestas da região para detetar focos de incêndio ou ajudar a uma melhor perceção da situação, no caso de este estar a ser combatido pelos bombeiros e outros meios aéreos.
Foi o que aconteceu quando a VTM visitou o destacamento em Mirandela. Enquanto questionávamos a Tenente Cabecinhas, a comandante de missão, a tripulação detetou uma coluna de fumo perto da cidade de Bragança. Em contacto com a Guarda Nacional Republicana (GNR), percebeu-se que as autoridades já tinham conhecimento do fogo perto da Autoestrada 4, mas pediram para a aeronave se manter sobre a área.
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