Em Foco“É necessário agarrar as pessoas e tornar o Museu Abade de Baçal um espaço mais aberto à cidade”

“É necessário agarrar as pessoas e tornar o Museu Abade de Baçal um espaço mais aberto à cidade”

Amândio Felício é o novo diretor do Museu Abade de Baçal (MAB), de Bragança. Licenciado em História Moderna e Contemporânea, com especialização na área da Gestão Cultural, trabalhou desde 2003 na área da museologia-arquivo e, desde 2005, em produção de exposições e na gestão de equipas na área da extensão cultural. Entre 2003 e 2015, o seu trabalho foi realizado no Museu da Presidência da República e, a partir de 2015, na Direção Regional de Cultura do Norte, com uma colaboração partilhada entre os serviços centrais e o Museu Abade de Baçal. Para o novo mandato quer reforçar o trabalho de investigação, requalificar a acessibilidade comunicacional e aproximar o museu à população e instituições culturais da região.

VTM– Como novo diretor, o que considera ser preciso mudar?

Amândio Felício – No âmbito da minha candidatura à direção do museu apresentei um plano estratégico que tinha como objetivos principais três vertentes. A primeira mais ligada ao cumprimento das funções museológicas consignadas na Lei Quadro dos Museus e que se prendem com o reforço de matérias que têm vindo a ser trabalhadas ao longo dos anos, mas que considero que podem e devem ser aprofundadas.

Especificamente, a que matérias se refere?

Estamos a falar, por exemplo, da colaboração com as instituições universitárias para o reforço da investigação e conhecimento da coleção, o ponto de partida para podermos, a partir da investigação científica, desenvolver as outras áreas ligadas

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