Sábado, 2 de Julho de 2022

Ecopontos subterrâneos entram em funcionamento amanhã

Em Novembro de 2003, os vila-realenses tiveram o seu primeiro contacto com os serviços de recolha selectiva de resíduos sólidos urbanos, com a instalação dos primeiros ecopontos, na cidade de Vila Real. Três anos depois, este serviço dá mais um importante passo, com a entrada em funcionamento dos ecopontos subterrâneos.   A partir de amanhã, […]

Em Novembro de 2003, os vila-realenses tiveram o seu primeiro contacto com os serviços de recolha selectiva de resíduos sólidos urbanos, com a instalação dos primeiros ecopontos, na cidade de Vila Real. Três anos depois, este serviço dá mais um importante passo, com a entrada em funcionamento dos ecopontos subterrâneos.

 

A partir de amanhã, a Câmara Municipal de Vila Real, através da Empresa Municipal de Águas e Resíduos Sólidos (EMAR), dá início à recolha de resíduos sólidos urbanos, nos ecopontos subterrâneos instalados em vários pontos da capital de distrito vila-realense.

Segundo Miguel Esteves, Vereador da Câmara Municipal de Vila Real, responsável pelo Pelouro do Ambiente e Presidente da EMAR, “o início deste novo sistema de recolha selectiva e indiferenciada vem dar seguimento a uma política de sustentabilidade ambiental”.

Segundo o mesmo responsável, os actuais ecopontos que estão instalados, em Vila Real, desde Novembro de 2003, continuarão propriedade da Câmara, como reserva, uma vez que os ecopontos subterrâneos foram instalados, apenas, na zona urbana da cidade, mantendo-se o mesmo sistema de contentores de superfície nas freguesias rurais do concelho.

A instalação dos 17 ecopontos subterrâneos do centro histórico da cidade de Vila Real teve início em Novembro do ano passado, numa intervenção que envolveu cerca de 445 mil euros e que tem como principal objectivo “minimizar o impacto visual causado pelos ecopontos de superfície, nas áreas mais nobres da cidade” bem como, pelo facto de serem herméticos, “evitarem a propagação de maus cheiros”.

Nestes equipamentos de deposição selectiva, os contentores são introduzidos numa cuba, em betão, colocada abaixo do nível dos pavimentos. À superfície apenas ficam visíveis pequenas estruturas, devidamente integradas nos espaços envolventes e que permitem, ainda, que as aberturas dos contentores fiquem mais acessíveis a deficientes motores e crianças. Outra das vantagens desses novos pontos de recolha prende-se com a maior capacidade dos contentores (3 metros cúbicos, no caso do vidrão; e cinco metros cúbicos, para o papelão e o embalão) o que permite reduzir a frequência de recolha dos resíduos depositados nestes ecopontos, trazendo, assim, benefícios a nível económico e ambiental, no que diz respeito ao serviço da recolha dos resíduos.

Os ecopontos subterrâneos representam a segunda fase de um processo que teve início no final de 2003, altura em que foram distribuídos, pelo concelho de Vila Real, duas centenas de ecopontos de superfície, uma luta em prol do ambiente, orçada em, aproximadamente, 1.349.000 euros.

Miguel Esteves renovou o apelo “à colaboração de todos os cidadãos, para que coloquem os resíduos nos pontos assinalados, mais próximos da sua residência e/ou estabelecimento comercial”.

 

Maria Meireles

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