Segundo a direção da escola, este tipo de informação não passa de boatos, que está a denegrir a imagem da escola.
Em comunicado, a Escola Secundária Camilo Castelo Branco manifesta “publicamente o seu profundo desagrado relativamente aos boatos que têm vindo a circular sobre a alegada existência de ‘alunos-gato’ e de ‘caixas de areia’ nas instalações da escola”, reiterando que estas informações “são totalmente falsas”.
Na mesma nota, a escola lamenta que estes rumores “difamatórios continuem a ser difundidos, aparentemente ao serviço de agendas que desconhecemos. Esta situação, que já se prolonga há demasiado tempo, cria um rótulo injusto e prejudicial que não corresponde, de forma alguma, à realidade da nossa escola”.
Acrescenta ainda que lamenta que o “trabalho sério e consistente que diariamente desenvolvemos, como os projetos implementados, os sucessos académicos alcançados, as iniciativas culturais promovidas e o empenho de alunos, professores e assistentes, não receba a mesma atenção que é dada a boatos”.
“A Escola Secundária Camilo Castelo Branco pauta-se por princípios claros: conhecimento, respeito e dignidade. Somos uma comunidade educativa sólida, sustentada nos valores da responsabilidade, da verdade e da cidadania”, pode ler-se no comunicado, assinado pela diretora Helena Correia, sublinhando que “não podemos aceitar que informações falsas comprometam o trabalho, o nome e a integridade desta instituição”.




