Com um acompanhamento dos alunos desde o pré-escolar ao ensino secundário, o diretor do AEMM, Ricardo Montes, sublinha que os desafios a ultrapassar, num período pós-pandemia, estão “quase todos eles relacionados com a perda, por parte dos nossos alunos, de alguns hábitos e competências no domínio das relações interpessoais”. Mas, “com tempo, trabalho e empenho por parte de todos, será possível devolver o equilíbrio emocional, que é condição necessária para o sucesso educativo que pretendemos implementar”.
Com vários projetos em mãos, o diretor prevê, já no próximo ano letivo, a reformulação do projeto de Torneiros, de forma a adequar as práticas pedagógicas das turmas de 1.º ciclo, que funcionam no JI de Torneiros, a uma realidade única.
Em andamento está a entrada em pleno do novo projeto educativo, que “introduz algumas novidades em termos de funcionamento do Agrupamento”, e também uma parceria com a Fundação Teresa e Alexandre Soares dos Santos (Iniciativa Educação – Ser Pro), que “visa melhorar a formação técnica e a integração dos alunos do Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde, no mercado de trabalho”, explica Ricardo Montes.
O mesmo responsável afiança que os alunos que optem pelo AEMM “poderão encontrar espaços educativos seguros e confortáveis, profissionais com vasta experiência e uma grande motivação para fazer mais e melhor”. Acima de tudo, poderão encontrar um Agrupamento “preocupado e empenhado no desenvolvimento integral das crianças e jovens que o frequentam”.
Ao nível da oferta educativa, o ensino profissional continua a ser uma grande aposta e irão abrir o curso profissional de Técnico Auxiliar de Saúde e o de Técnico de Multimédia. “São cursos com grande procura, nos quais temos tradição e que continuam a oferecer facilidade de entrada no mundo do trabalho”.
No que concerne ao ensino regular, para além dos cursos de Ciências e Tecnologias, e de Línguas e Humanidades, também irão oferecer o curso de Ciências Socioeconómicas.
No futuro, Ricardo Montes gostaria que a Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral e a Morgado de Mateus “fossem alvo de uma muito necessária requalificação, nomeadamente ao nível do conforto térmico. Seria também importante um aumento do número e rejuvenescimento do pessoal docente e não docente, no sentido de conseguirmos potenciar e diversificar ainda mais a qualidade das respostas pedagógicas, que os nossos alunos necessitam e merecem”.



