O julgamento decorre à porta fechada e hoje decorreram as alegações finais, com o Ministério Público a pedir uma pena de seis anos em cúmulo jurídico, enquanto a advogada de defesa pediu a absolvição do arguido.
O crime de coação sexual, pelo qual estava também acusado, caiu hoje depois de a alegada vítima se ter recusado a testemunhar e ter desistido da queixa.
À saída do tribunal, o ex-sacerdote referiu que se sente “tranquilo” desde o primeiro dia do julgamento e negou todos os crimes pelos quais está acusado. “Acredito que se vai fazer justiça”, afirmou aos jornalistas.
Humberto Gama está acusado pelo Ministério Público da prática de um crime de burla qualificada, de usurpação de funções na forma continuada e de violação.


