Segundo Miguel Nóvoa, da AEPGA, estes eventos “são uma forma de atrair novos criadores com os quais partilham conhecimento. Muitos vêm às feiras do Naso e do Azinhoso para se introduzirem no tema e fazerem os seus contactos, os seus passos para se tornarem criadores do burro de Miranda”.
Nos últimos 16 anos, a associação tem dedicado o seu trabalho à revitalização da raça asinina de Miranda, tendo-se assistido a uma grande mudança, como explicou o responsável: “Quase não havia nascimentos e passámos para cerca de cem nascimentos anuais a nível nacional. Antigamente as burras já tinham uma certa idade e a população muito envelhecida. Hoje em dia, temos muitos animais jovens e, apesar de no
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