“Este incêndio teve proporções consideráveis tendo consumido 1.486 hectares de terreno”, indica João Noel Afonso, comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Terras de Trás-os-Montes, revelando que “consumiu, essencialmente, mato, olival, amendoal, eucaliptos e sobreiros”.
O incêndio lavrou durante a tarde de quinta-feira e foi dado como dominado na madrugada do dia seguinte, abrangendo as aldeias de Castelo Branco, Figueira e Valverde.
O incêndio chegou a ter duas frentes ativas. No combate às chamas estiveram mais de duas centenas de bombeiros, 64 viaturas, seis máquinas de rastos e 12 meios aéreos.




