Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022

Fogo sem frentes ativas e em consolidação

O incêndio que lavra desde quarta-feira em Vila Pouca de Aguiar, que já foi dominado várias vezes e alvo de reativações, encontrava-se pelas 21:00 de hoje sem frentes ativas e em consolidação nos pontos críticos, indicou a autarquia.

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De acordo com a informação disponível às 22:00 no ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o fogo que começou na quarta-feira em Revel, Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real, encontrava-se em resolução.

No terreno mantinham-se 330 operacionais, apoiados por 98 viaturas.

A autarquia de Vila Pouca de Aguiar explicou, num ponto da situação pelas 21:00 publicado na rede social Facebook, que o fogo se encontrava sem frentes ativas.

“Continua a proceder-se à consolidação do incêndio, principalmente dos pontos críticos”, pode ler-se na publicação.

“As equipas de combate e rescaldo continuam no terreno em vigilância, atentas ao evoluir da situação”, acrescentou o município.

Na mesma nota, a autarquia referiu que durante a tarde foram surgindo preocupantes reacendimentos, como nas localidades de Reboredo e Cidadelha de Jales, “controlado através de um contrafogo”.

O alerta para este fogo foi dado às 17:14 de quarta-feira, em Revel, e, em pouco tempo, verificou-se uma grande mobilização de meios para esta ocorrência que teve uma progressão muito rápida em zona de pinhal e chegou a avançar em três frentes.

O combate tem sido dificultado pelas condições meteorológicas, altas temperaturas durante o dia e ventos fortes e com constantes variações.

Na noite de sexta-feira o incêndio foi dado como dominado, mas durante hoje foi alvo de vários reacendimentos, mantendo-se no terreno um elevado número de meios.

Este é o segundo grande incêndio numa semana neste concelho.

O fogo que deflagrou no dia 17 de julho, em Cortinhas, Murça, evoluiu para Vila Pouca de Aguiar e queimou uma vasta área de pinhal e mato, ainda soutos, vinha e pastos.

Segundo a autarquia, Vila Pouca de Aguiar perdeu cerca de 4.000 hectares de pinhal, mato e culturas agrícolas nos dois grandes incêndios que lavraram no concelho nas duas últimas semanas, com um prejuízo financeiro elevado para as populações locais.

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