A Ginjinha Transmontana – Ribeira do Azibo é já uma presença assídua na Feira da Caça e do Turismo e tem conquistado cada vez mais apreciadores, com sabor único, produzido por quem sabe.
O produtor é Augusto Máximo, que guardou a receita da avó. “Ela tinha umas mãos ‘santas’, que deixavam o licor com um sabor e aromas únicos”.
Foi a partir daqui, que o empreendedor apostou forte na sua comercialização com um projeto inovador que não tem parado de crescer. “Em homenagem à minha avó, entendi que o país e os transmontanos tinham de conhecer e provar a nossa ginjinha”.
Para isso, iniciou um projeto de raiz. Começou por comprar terrenos, plantou as ginjeiras e construiu uma fábrica dentro do ginjal, um espaço inovador que encanta quem o visita, com todas as condições para produzir a tão afamada Ginjinha Transmontana.
“As nossas ginjeiras estão plantadas em plena natureza rodeadas de uma vasta e variada vegetação, que dá ao fruto um sabor silvestre bravio, o que torna o nosso licor único, tal como fazia a minha avó”, revela Augusto Máximo, adiantando que há também um cuidado especial na apanha das ginjas. “São rigorosamente selecionadas na árvores e só colhemos as melhores. Sei que este processo dá trabalho e demora mais tempo, mas o mais importante é o produto final e a satisfação dos clientes”.
PRODUÇÃO BIOLÓGICA
Preocupado com o meio-ambiente, Augusto Máximo apostou também na produção biológica, que “é devidamente acompanhada e certificada” pelas entidades competentes.
Lamentando a contrafação que existe no mercado, o produtor sublinha que “são apenas imitações”, pois Ginjinha Transmontana – Ribeira do Azibo só há uma, que é a nossa e obedece a um rigoroso controle de higiene e segurança alimentar”.
Para o futuro, o objetivo é continuar a apostar na qualidade e aumentar a produção.
O produtor aproveita ainda para agradecer aos seus clientes, incluindo os emigrantes, que já não passam sem a “nossa ginjinha”.
A quem não conhece este sabor ancestral, deixa o desafio de provarem, que vão ficar surpreendidos, assegurando que “não há licor igual”.