Em comunicado, esta força de segurança revelou que, no âmbito de uma investigação por tráfico de estupefacientes, que decorre há cerca de um ano, foi possível “desmantelar uma rede organizada que se dedicava à plantação, preparação e venda de canábis”.
De acordo com a GNR, um dos elementos “dedicava-se à produção e preparação de canábis no concelho de Mirandela e, seguidamente, vendia a vários revendedores da zona norte do país que procediam à sua venda a consumidores dos distritos de Bragança, Vila Real, Aveiro e Porto”.
A mesma fonte acrescentou que, na sequência das diligências de investigação, foi dado “cumprimento a dois mandados de detenção, cinco mandados de busca domiciliária e seis mandados de busca não domiciliária, nomeadamente, dois em armazéns e quatro em veículos”.
A ação culminou com a detenção dos três suspeitos e com a apreensão de 10 970 doses de canábis, cinco espingardas caçadeiras, uma espingarda carabina, duas pistolas de calibre 6.35, centenas de cartuchos e munições de diversos calibres, 2610 euros em numerário, 105 euros em notas falsas, quatros armas brancas, um aerossol de defesa pessoal, quatro balanças, e diversos objetos e produtos utilizados para produzir, preparar e acondicionar canábis.
Foram também apreendidos dois computadores, quatro telemóveis, duas câmaras de vigilância e duas viaturas.
Os detidos serão presentes, hoje, no Tribunal Judicial de Mirandela.
A operação contou com o reforço dos Núcleos de Investigação Criminal de Bragança, Miranda do Douro e Felgueiras, do Núcleo de Apoio Operativo de Bragança, do Destacamento de Intervenção (DI) do Porto, das Equipas Cinotécnicas de Bragança e do Porto, dos Postos Territoriais de Mirandela e Vila Flor, do Núcleo de Proteção Ambiental de Mirandela e da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário de Mirandela.





