Aos 30 anos, o que o motivou ser candidato a presidente da Câmara de Vila Real?
Acima de tudo, o sentido de serviço público. Eu estava um bocadinho farto daquele discurso simplista de que os políticos são todos iguais. Tornei-me membro do Livre em 2023. E, mais tarde, candidatei-me nas primárias do Livre para as legislativas e fui cabeça de lista nas últimas eleições legislativas deste ano. Agora, decidi avançar com a candidatura à câmara municipal.
Há muitos jovens que, hoje em dia, estão afastados da política, ou algo descrentes. É algo que pretende mudar com a sua candidatura?
Sim, se bem que eu não tenho tiques de megalomania, portanto, acho que a minha candidatura não vai mudar isso de um dia para o outro. Esse papel de mudar o interesse dos jovens pela política tem que passar mais pelas escolas e isto vai para lá de uma candidatura autárquica. Faz-se, por exemplo, nas aulas de cidadania, onde se pode explicar aos jovens como é que funciona o nosso sistema político, porque, muitas vezes, as pessoas não sabem a duração dos mandatos, não sabem quais são as competências dos diferentes órgãos da República, não sabem qual é a competência do governo, qual é a competência do presidente.
Sendo de Vila Real, na sua opinião, o que é preciso mudar?Artigo exclusivo PREMIUM

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