Terça-feira, 19 de Outubro de 2021
Levi Leandro
Engenheiro. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Há petróleo no Beato?

No dia 24 de abril houve uma Assembleia Geral (AG) do SCVR para aprovação dos novos estatutos e marcação de eleições.

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Achei estranho a presença de somente dois elementos da Comissão de Revisão de Estatutos na AG, pois quatro estiveram ausentes e dois deles, representavam a direção, contudo tive informação que o Dr. André Carvalho justificou a sua ausência à Comissão e a Francisco Carvalho (FC) que representava nesse órgão, demonstrando sempre e, acima de tudo, lealdade com o seu líder e com a sua equipa, o que só o dignifica.

Entretanto, o Sr. PMAG que lhe compete só presidir, saber a legislação adequada para dirigir com imparcialidade, pois não me parece que esteja muito à vontade, os trabalhos da Assembleia, não tem que opinar, nem influenciar os sócios.

Nesta AG foram aprovados na especificidade (UM a UM) oitenta e oito artigos com a concordância da esmagadora maioria dos presentes e todos os artigos pelos sócios afetos e da atual direção, sendo unicamente rejeitado uma norma transitória, que seria só válida por quatro meses. Entretanto, o sr. PMAG pôs à votação na generalidade os referidos Estatutos e com grande surpresa minha, foram rejeitados por aqueles que aprovaram todos os artigos na especificidade, incluindo o sr. PMAG, pois não seria candidato ao cargo que atualmente desempenha, o que não ficou bem “à pessoa mais categorizada do Clube”. 

A norma dizia que não era valida até agosto os presidentes terem três anos de sócio e os associados dois meses de sócio efetivo. Para melhor compreender esta situação da rejeição dos estatutos, os sócios receberam via email uma proposta elaborada pela Comissão para analisarem e proporem sugestões, mas nela não constava a norma transitória. Esta foi colocada pela direção do Clube posteriormente na referida Comissão. E aqui surgem dois lapsos, o 1º não fez a respetiva divulgação pelos sócios e 2º foi debatido, na 1º reunião preliminar da Comissão em 9 de março em que o signatário esteve presente, tendo ficado definido que não haveria disposições transitórias, com esta atitude patrocinou mais uma “habilidade” de parte desta direção, a que já estamos habituados e que querem que se repita o que aconteceu em junho de 2017, onde e parafraseando um vice-presidente, valeu tudo. Ora na minha modesta opinião, estas medidas foram feitas por um verdadeiro alfaiate e defendida por aprendizes, que deviam servir o SCVR e não se servir do SC Vila Real, como tem sido hábito.

Estou certo que interesses pessoais e oportunistas, impediram a aprovação destes Estatutos querendo parte desta direção, que o Clube permaneça no marasmo em que o colocaram, questionando-me a mim próprio se há petróleo no Beato?

NB1: Só para esclarecer, até hoje nunca solicitei a nenhuma rádio, qualquer das entrevistas que dei, em relação aos artigos que por vezes escrevo, é evidente que falo com as pessoas responsáveis para que sejam publicados. 
 

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