Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2025
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PUBLIREPORTAGEMHá uma tasca moderna para descobrir em Vila Real

Há uma tasca moderna para descobrir em Vila Real

Chama-se Taskrina e abriu portas no final do verão, junto à ponte metálica, pela mão de dois amigos, que se conheceram em Angola. Os pratos são bem portugueses, com um toque de modernidade

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Até há bem pouco tempo, quem passava na ponte metálica de Vila Real via um prédio abandonado, voltado para as escarpas do Corgo. Esse prédio ganhou agora nova vida graças ao sonho de dois amigos em terem uma tasca.

“Conhecemo-nos em Angola e o chef Mário estava sempre a dizer que um dia íamos abrir uma tasca. Eu sempre disse que não, até porque somos de áreas profissionais diferentes”, conta Edgar Botelho, recordando que “certo dia, ia a passar aqui na ponte, liguei ao chef a perguntar se ainda estava de pé a ideia de abrir uma tasca. Ele disse que sim e a minha resposta foi que tinha acabado de comprar o prédio”.

O imóvel estava fechado há vários anos. “Pegámos num edifício completamente rebentado e fizemos dele uma tasca de charme, que alia a modernidade e o antigo”, refere Edgar Botelho, que recuperou, também, a parte habitacional do prédio, transformando-a em vários apartamentos que, em breve, estarão prontos a ser habitados.

Quem entra na Taskrina diz, como foi o nosso caso, que parece tudo menos uma tasca. A verdade é que o conceito está lá. “Olhámos para aquilo que eram as tascas de antigamente e demos-lhe algum requinte”, confessa.

VAMOS PETISCAR?

A ementa é, essencialmente, à base de petiscos. E à boleia do chef Mário conhecemos alguns deles. “Temos dobradinha com grão, ervilhas com enchidos e ovos, pezinhos de porco, salada de orelha, meia desfeita de bacalhau, tripas aos molhos, alheira recheada com grelos, escabeche de peixe, queijo gratinado com mel e nozes, pica- pau”, indica o chef, admitindo que “a ideia é que façam uma degustação. As pessoas podem pedir, por exemplo, umas moelas, uma dobradinha e uma tábua de enchidos e provam várias coisas”.

Além destes petiscos, há outros pratos disponíveis. “Secretos, polvo à lagareiro e bochechas de porco temos sempre”. A estes juntam-se outros, a cada dia, como sugestão do chef.

E se já está com água na boca, espere pelas sobremesas. Aqui, há semifrio de frutos silvestres, pito de Santa Luzia à Taskrina, gelado e crepe.

“Apostamos numa comida com sabor a casa e que fuja um pouco ao que se vê nos outros sítios, como a francesinha ou o prego no prato. Quisemos ser diferentes, no espaço, no conceito e na ementa”, afirma.

Tudo isto “regado” com bons vinhos da região e brindado com uma paisagem de cortar a respiração. “Quando vim ver o espaço, fiquei admirado com a vista. Este ano já abrimos tarde, mas é algo que queremos aproveitar, o espaço exterior”.

Por agora, as atenções viram-se para o Natal e os jantares de grupo.

A Taskrina, que funciona de terça a domingo, tem capacidade para 38 pessoas, mais umas quantas se o tempo ajudar e for possível utilizar a esplanada. Para os que preferirem, o espaço tem disponível, também, o serviço de take-away.

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