O incêndio que se iniciou na terça-feira, no concelho de Chaves, foi dado como dominado durante a última madrugada, cerca das 2 da manhã, encontrando-se em rescaldo e consolidação.
Segundo o comandante sub-regional do Alto Tâmega e Barroso, Artur Mota, No terreno permanecem cerca de 360 operacionais para detetar e apagar ignições ou reacendimentos. Está também em trabalho de rescaldo nesta zona um meio aéreo, um helicóptero pesado.
Na quarta-feira o incêndio tinha entrado em fase de escaldo ao início da manhã, no entanto, a tarde trouxe fortes reacendimentos, em Outeiro Seco, com uma frente a dirigir-se para Vila Verde da Raia, onde preocupou a população, mas não atingiu a aldeia, e outra frente no sentido da cidade de Chaves, e que chegou à zona industrial da Cocanha.
Ao final da tarde, um armazém de sucata onde é armazenada lenha para venda, foi atingido, e devido ao material combustível foi combatido durante várias horas. O trabalho dos bombeiros impediu que chegasse a outros armazéns e indústrias.
O incêndio passou a fronteira na zona de Cambedo da Raia na terça-feira e afetou ainda as aldeias de Vilela Seca, Agrela, Couto, Torre e Bustelo.
Fazem-se agora conta aos prejuízos, estimando-se que tenha sido consumida uma área de mais de 4 mil hectares nestes dois dias, no concelho de Chaves.




