Entre sorrisos e reencontros, os utentes realizaram jogos tradicionais como o jogo do sapo, a malha ou o lançamento de latas, numa iniciativa sem caráter competitivo, onde o principal objetivo passa por estimular a atividade física e o contacto social.
“Faz lembrar a nossa mocidade e a nossa infância”, afirmou Maria de Fátima Terreiro, de 90 anos. Utente da Santa Casa da Misericórdia de Chaves, esta participante destacou o convívio como o principal motivo para participar. “Gosto de estar com as pessoas, de cumprimentar toda a gente”, frisou, recordando ainda o “jogo do canteiro”, associado a tempos de juventude, que “era a oportunidade que tínhamos para namorar, junto à fonte”.
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