A escolha da zona Norte do concelho teve que ver, como explica Miguel Nóvoa, da AEPGA, Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino, organizadora do evento, com o fato de “serem aldeias muito ricas em tradição e cultura, nomeadamente nas vertentes ligadas ao burro de Miranda e à música tradicional”. “Propomos às pessoas uma dinâmica diferente, em que todos participam na animação, mostrando as suas casas, os seus animais e integrando as diversas oficinas que vão decorrer”, acrescentou.
Esperada mais de uma centena de participantes para vivenciar de forma itinerante a cultura mirandesa, este ano o número de interessados cresceu, particularmente estrangeiros, um aumento justificado no facto de o jornal britânico The Guardian ter
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