A iniciativa pretende aproveitar os recursos florestais locais para produzir energia renovável e assegurar o aquecimento de habitações e edifícios públicos, promovendo soluções energéticas sustentáveis em zonas rurais. A reunião permitiu também discutir alternativas para a localização da central, depois de os habitantes terem manifestado oposição à instalação prevista ao lado da junta de freguesia.
Em declarações à VTM, a presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, Ana Rita Dias, referiu que a reunião teve como finalidade esclarecer a forma de execução do projeto e procurar alternativas para a instalação da caldeira, procurando responder às preocupações dos residentes sem comprometer a concretização da candidatura. “A população não querendo que fique aqui a caldeira, está a tentar perceber qual é outra solução dentro do projeto que está em execução”.
A autarca revelou também que o projeto foi lançado em 2023 e pretende assegurar, numa primeira fase, o aquecimento de oito habitações e de dois edifícios públicos, entre eles a junta de freguesia e o Centro Interpretativo de Tresminas.
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