De acordo com Albertina Parra, diretora do agrupamento, “a redução de alunos tem sido uma constante”, não porque os alunos fogem do concelho, mas sim porque “não há crianças e jovens, é um problema de natalidade”.
No espaço de um ano, o agrupamento perdeu 20 alunos, passando de 220 no ano letivo 2023/2024 para 200 no ano letivo que agora está a terminar.
Tendo em conta a perda de alunos, “não nos é permitido abrir cursos profissionais”, confessa Albertina Parra, indicando que “temos apenas uma turma do 9º ano, por exemplo”, o que também faz cair por terra as intenções de ter oferta a nível do ensino secundário.
Neste momento, “a nossa preocupação é o sucesso dos alunos”, motivo pelo qual a escola aderiu ao projeto TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), para “conseguirmos aumentar o sucesso escolar dos nossos alunos”, afirma a diretora.
O Agrupamento de Freixo de Espada à Cinta é composto por um estabelecimento de pré-escolar, um de 1º ciclo e a EB 2/3, com 2º e 3º ciclos.
Quanto às obras há muito ansiadas, “continuamos à espera”, revela Albertina Parra, admitindo que “a situação tem-se agravado e é urgente uma intervenção”. A autarquia “diz que tem uma candidatura, mas até à data não tenho conhecimento de quando serão feitas intervenções na escola, que precisa de melhorias no telhado, na canalização e ao nível da climatização”.




