De acordo com a PJ, o arguido dizia que era o legítimo proprietário de inúmeros imóveis tendo “celebrou vários contratos-promessa compra e venda com cerca de uma dezena de lesados, levando-os a entregar-lhe cerca de 400 mil euros a título de sinal, dos quais se apropriou ilegitimamente”.
Abriu uma agência imobiliária na Avenida da Europa, em Vila Real, que se encontra agora encerrada, mas ainda tem na fachada vários panfletos com imóveis para vender e arrendar.
O esquema durou de 2017 a 2020, em que o arguido, segundo a PJ, utilizava “diversos artifícios para burlar as pessoas”.
O detido, desempregado, está indiciado por crimes de burla qualificada e falsificação de documentos.
Ouvido no Tribunal de Vila Real, o juiz de instrução decretou como medidas de coação apresentações bissemanais às autoridades e proibição de se ausentar ao estrangeiro.
Mediador imobiliário suspeito de burlas de 400 mil euros
A Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real anunciou a detenção de um mediador imobiliário, de 42 anos, suspeito de ter burlado uma dezena de vítimas na compra de imóveis, que alegava serem dele.
APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências, nunca paramos um único dia.





