Sexta-feira, 5 de Junho de 2026

“Uma família” que quer continuar a manter vivas as tradições do folclore

A 30 de julho de 1987 nasce oficialmente a Associação do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares “O Cantaréu”, sediado em Vila Real. É uma associação cultural que promove as tradições e valoriza o folclore, através da representação dos costumes e expressões culturais de um povo, transmitidos de geração em geração, que formam a sua identidade popular.

- Advertisement -
CantaréuFundação:
30 de julho de 1987
ELEMENTOS:
40

E tudo começou como uma brincadeira, tal como revela à VTM Cristina Proença, diretora do Cantaréu. “Em 1979, na Casa do Professor foi necessário animar uma festa de São João e pediram à minha mãe, que fazia parte da direção, para organizar a festa. Ela juntou algumas crianças que animaram a festa com folclore. As pessoas gostaram muito da atuação e incentivaram o grupo a continuar. Nesse mesmo ano, no Natal, resolveram lançar uma pequena peça de teatro na Casa do Professor”.

Entretanto, o grupo separou-se da Casa do Professor, legalizou-se com o nome que tem hoje. “Foi-se mantendo o grupo de teatro dos Pirralhos e também o folclore. No entanto, como era um grupo de teatro infantil, os jovens foram crescendo e pretendiam continuar na associação. Foi aí que o folclore ganha mais dimensão com a criação de um grupo folclórico, para ocupar aqueles jovens que saiam do teatro”, explica Cristina Proença, relembrando o trabalho de pesquisa e recolha que foi feito para avançar, de forma “séria”, com a ideia.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências do confinamento, sem termos parado um único dia.

Contribua com um donativo!

Artigos relacionados

Há quase meio século a ajudar os mais necessitados

Com a nobre missão de ajudar os mais desfavorecidos, a Santa Casa da Misericórdia de Lamego nasceu a 20 de abril de 1519, ou seja, há 497 anos, por provisão do Rei D. Manuel I, como confraria de Irmãos incumbidos de cumprir na cidade as 14 obras de misericórdia.

Um grupo de jovens movido pela “loucura” da fé

Ao entrarmos na Igreja da Sé de Lamego, vemos logo à entrada alguns jovens reunidos com a sua camisola a dizer “Grupo de Jovens da Sé – Lamego”. Estão a fazer voluntariado para a paróquia ao receber as pessoas que queiram visitar o núcleo museológico e o coro alto da Sé.

Dinamizar a freguesia e promover o convívio

É comum nos dias de hoje falar-se da crise do associativismo e do distanciamento das pessoas da vida em comunidade. Mesmo assim ainda surgem pessoas com iniciativa, e é graças a essa iniciativa que continuam a nascer coletividades, como é o caso da A.C.R.J.S. – Associação Cultural e Recreativa da Juventude de Sedielos.

Celtiberus: Fazer da natureza e cultura focos de dinamização do concelho

A Celtiberus é uma associação de cariz ambiental e cultural, criada em 2014 com o propósito de promover atividades de turismo de natureza que pudessem dar a conhecer o concelho de Boticas e “promover o território de uma forma um pouco diferente”.

Mais lidas